#feitonobrasil: Consumo como Ato Politico

Segundo o IBGE a produção da industria do vestuário no primeiro semestre de 2016, registrou queda de 10,3% no semestre e 11,4% de queda nos últimos 12 meses. Já o volume físico vendas no varejo retraíram 11,1%. Com o aumento do dólar e a queda no consumo as importações caíram 50,8% no ultimo ano.

A Indústria Têxtil brasileira, cuja Receita Operacional Líquida (ROL) de vendas correspondeu a R$ 40,6 bilhões em 2013 , é concentrada no Sudeste (52,2%) e no Sul (28,3%).Dentre as unidades da federação, São Paulo (41,02%) e Santa Catarina (19,41%) são os principais produtores. A região Sul possui o segundo maior parque têxtil, detendo 30,4% dos estabelecimentos e 28,3% da mão de obra formal.

Os números servem de alerta para os empreendedores da moda: a crise fez o consumidor pensar melhor no que consumir. é hora de agregar mais conteúdo ao produto em termos de versatilidade, design e custo. E não é exatamente isso que está acontecendo com as eleições? Paramos para escolher melhor, para procurar inovação e honestidade.

Mas quem fará a diferença é você consumidor. Entenda melhor quem produz suas roupas, leia as etiquetas e prefira as marcas nacionais. Elas impulsionam financeiramente sua região, estimulam o comércio local e mantém milhares de empregos. Foi assim que surgiu o manifesto #FEITONOBRASIL.

Mais do que um manifesto de amor pela moda nacional, o #feitonobrasil é um movimento a favor de uma indústria têxtil unida e potencial geradora de riquezas financeiras e culturais para o nosso país.

Nosso objetivo é resgatar orgulho e incentivo à nossa produção local, virando o jogo para que, como nós, muitas pessoas passem a acreditar, prestigiar e reivindicar uma moda brasileira, autêntica e possível.

Nossas ações incluem o mapeamento e monitoramento online e off-line do que já está sendo #feitonobrasil de forma ética e consistente,encorajando todos os brasileiros a abraçarem o que é nosso e formar uma indústria mais competitiva”

Consuma como um ato politico, adote atitudes que beneficiem seu estado e seu país. Repense a maneira de consumir .Você já faz isso com bens duráveis como carros, eletrodomésticos e apartamentos, porque não aplicar ao consumo de têxteis ?

Fontes: IBGE e #FEITONOBRASIL

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